Ela segurou a respiração por alguns segundos…
Uma borboleta azul de um lado e preta de outro levantou vôo de uma das rosas brancas do buquê que repousava suavemente sobre um dos túmulos.
O som de vidro quebrando cortou sua mente como a lâmina de uma faca inconsequente.
Trovões ressoavam em um céu limpo e gelado de inverno.
Ela sentiu a vida vermelha e úmida em suas mãos, escorrendo do sorriso que não sentia mais dor.
Gritos. Vindos dela e de pessoas a sua volta, embora o único som no cemitério viesse do vento assobiando por entre as árvores.
Enfim a chuva desceu e molhou seu rosto.
Foi então que ela soltou todo o ar de seus pulmões e respirou pela primeira vez...
Uma borboleta azul de um lado e preta de outro levantou vôo de uma das rosas brancas do buquê que repousava suavemente sobre um dos túmulos.
O som de vidro quebrando cortou sua mente como a lâmina de uma faca inconsequente.
Trovões ressoavam em um céu limpo e gelado de inverno.
Ela sentiu a vida vermelha e úmida em suas mãos, escorrendo do sorriso que não sentia mais dor.
Gritos. Vindos dela e de pessoas a sua volta, embora o único som no cemitério viesse do vento assobiando por entre as árvores.
Enfim a chuva desceu e molhou seu rosto.
Foi então que ela soltou todo o ar de seus pulmões e respirou pela primeira vez...
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