Um dia o Bobo-da-Corte estava visitando um lugar muito distante de sua terra natal. Era uma terra entre reinos, uma terra-de-ninguém, mas ainda assim muito rica e povoada. No momento ele visitava a área dos campos e bosques, admirando as belezas naturais da região, que era bastante nova e cheia de morros.
Caminhava próximo a um rio sinuoso e ligeiro quando tropeçou em uma coisa com pontas que espetou seus pés. Levantando-se, ele apanhou o objeto e, imediatamente, suas sobrancelhas destacadas pela tintura em seu rosto se transformaram em dois arcos altos. O objeto era dourado e cravejado com pedras preciosas de diversas cores.
Caminhava próximo a um rio sinuoso e ligeiro quando tropeçou em uma coisa com pontas que espetou seus pés. Levantando-se, ele apanhou o objeto e, imediatamente, suas sobrancelhas destacadas pela tintura em seu rosto se transformaram em dois arcos altos. O objeto era dourado e cravejado com pedras preciosas de diversas cores.
- A coroa do Rei! – ele exclamou surpreso. – Eu achei!
Ficou parado olhando para aquele objeto por vários minutos, se lembrando da ruína de reino quase vazia que deixara para trás. Não conseguia imaginar como a coroa viera parar num lugar tão distante. Com o lampejo de uma péssima idéia a brilhar em sua mente, ele olhou em volta e se certificou de que o lugar estava deserto. Então tirou seu chapéu de pontas e sinetes e lentamente o substituiu pela coroa.
Imediatamente seu coração se apertou e encolheu, e pensamentos cheios de tesouros e mesquinharias lhe encheram a cabeça. O Bobo-da-Corte teve a certeza de que era a melhor pessoa para assumir o trono da região em que se encontrava, certamente uma bênção para aquele povo que por tanto tempo viveu sem um líder. Era certo que o adorariam como um deus. Não só certo, era-lhes uma obrigação, assim como lhe pagar tributos, afinal, aquela agora era sua terra.
Muito satisfeito consigo mesmo, num gesto de vaidade o Bobo tirou a coroa para poli-la. Tão rápido quando vieram, tais pensamentos escapuliram de sua mente como que sugadas por um ralo. O Bobo-da-Corte continuou olhando para a coroa com um simples ar curioso, como se nada mais houvesse lhe ocorrido nos últimos minutos.
- Bah, não preciso disso.
Falando isso, jogou a coroa no rio com descaso e seguiu seu próprio caminho.
Eu adoro o Bobo-da-Corte *.*
ResponderExcluirE pq ele não precisa de coroa pra reinar?
=*
*_*
ResponderExcluirmto bom!!! ^^
q foda o bobo percebendo a ganacia q existia nele e q também o próprio rei sentia qdo usava a coroa...
ele fez mto certo em jogar fora... e foi muito bom o rei tê-la perdido!!!
hummmmm... um rei sem coroa... sem ganancia... seria um ótimo lider... =D
adorei o texto mor...
=]
Obrigada! ^^
ResponderExcluirNão sei, não, hein... Não sei se o Bobo percebeu realmente o efeito da coroa. Acho só que ele precisava daquela coroa (e de tudo o que vem no pacote) porque ele não precisa e simplesmente não quer reinar. Só isso. =]
Cada um é feliz seguindo seu próprio caminho, e não calçando os sapatos do outro. ;)
A coroa controla a mente do usuáriooooo NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
ResponderExcluirhahahahaha
darth vader a parte, ótimo texto!!