A vó perguntou o que era o doce que tinha pra comer.
- É french toast.
- Mãe, não fala em inglês pra vó!
- É rabanada, mãe.
Ao que vó, ouvindo o filho:
- Ah, rabada, sei o que é.
- É rabanada, mãe – corrigiu o filho.
- Mas a Frida me disse bem isso, rabada!
- Não, ela não falou isso.
- Falou sim!
O vô precisou interferir, em tom de bronca:
- Rabada é outra coisa!
O filho insistiu:
- Depois que você esvaziar a boca fale certo: ra-ba-na-da.
- Rabada.
- Ra-ba-na-da!
- Rabanada.
- Isso! – comemoraram todos.
A vó não ia deixar por menos.
- Ah, desde antes de você nascer eu sabia que isso era rabanada! – disse, com todo seu fôlego e sangue no rosto pálido, e um leve sorriso.
- Não deixa a peteca cair, a mãe!
E o vô, achando pouca graça:
- Toda festa tem que ter alguém para animar...
- É french toast.
- Mãe, não fala em inglês pra vó!
Ao que vó, ouvindo o filho:
- Ah, rabada, sei o que é.
- É rabanada, mãe – corrigiu o filho.
- Mas a Frida me disse bem isso, rabada!
- Não, ela não falou isso.
- Falou sim!
O vô precisou interferir, em tom de bronca:
- Rabada é outra coisa!
O filho insistiu:
- Depois que você esvaziar a boca fale certo: ra-ba-na-da.
- Rabada.
- Ra-ba-na-da!
- Rabanada.
- Isso! – comemoraram todos.
A vó não ia deixar por menos.
- Ah, desde antes de você nascer eu sabia que isso era rabanada! – disse, com todo seu fôlego e sangue no rosto pálido, e um leve sorriso.
- Não deixa a peteca cair, a mãe!
E o vô, achando pouca graça:
- Toda festa tem que ter alguém para animar...
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